Motor

Testamos o Novo EcoSport 2018 em Recife

Estivemos a bordo das versões 1.5l e 2.0l do Novo EcoSport para contar o que mudou no SUV compacto

por Rebeca Martinez 2 Ago 2017 13:21

No último dia 24 de julho estivemos em Recife para testar o Novo Ecosport. O evento que iniciou com a apresentação do compacto por Cleo Pires e Luigi Baricelli e terminou embalado por um show de Luiza Possi marcou o início de um tempo a bordo do veículo lançado oficialmente no Salão do Automóvel de Buenos Aires.

Agora em sua quarta geração, o SUV compacto criado no Brasil 2003 chegará a 144 países, incluindo os Estados Unidos. Em três versões – SE, FreeStyle e Titanium – sendo as duas primeiras com o novíssimo motor 1.5 de três cilindros de 137 cavalos que promete ser o mais econômico da categoria e a última, topo de linha, com o motor 2.0 de 176 cavalos.

Por fora, mudanças sensíveis que o deixam com o visual global dos veículos da Ford. As linhas do capô reforçando a ideia de força, os faróis redesenhados acompanham as linhas laterais do veículo e a grade dianteira aumentada é um dos itens que, além de contribuir com a redução do arresto, já que têm controle ativo, identifica também a diferença entre as três versões existentes do SUV.

Mas, é abrindo as portas que as maiores mudanças são notadas. Rouba a atenção a tela flutuante touch que aparece em 6,5 polegadas na versão SE, e com 8 polegadas nas versões seguintes, todas contando com o que há de mais moderno em sistema de info-entretenimento da Ford, o SYNC 3, que facilita e muito o usuário, já conta com a conectividade do CarPlay, Android Auto e App Link. Além disso todas as versões vêm com controle de áudio no volante, leitura e envio de SMS e uma das maravilhas nos tempos de hoje, duas entradas USB com carregamento rápido próximas à área projetada para que seu celular – grande ou pequeno – seja apoiado.

Partindo para o comportamento nas ruas, iniciamos pela versão Titanium, a mais completa disponível, em câmbio automático e motor 2.0. Ela tem entre as diferenças os bancos em couro trabalhados de duas maneiras, 9 alto falantes Sony que garantem um belo som para embalar da ida à padaria a longas horas de estrada, e o teto solar. Bem mais suave do que suas versões anteriores, os passageiros no banco traseiro também desfrutam de conforto nos bancos e menos interferência de ruídos externos. Mas bom mesmo é sentar-se ao volante e perceber o velocímetro bater 110 km/h com facilidade sem comprometer a estabilidade para quem está no comando. É fácil ajustar-se no veículo, mesmo sem ajustes elétricos nos bancos, que, diga-se de passagem, estão bem mais confortáveis e facilitam o acesso aos comandos.

Adentramos a versão intermediária FreeStyle, com o motor 1.5l de três cilindros automático de 6 marchas – existe também a versão mecânica de 5 marchas, que promete ser o mais econômico da categoria – o que devido às circunstancias é um alívio para qualquer bolso. Aqui os bancos tem parte em couro e parte em tecido estruturado que ganha esportividade com as listras centrais. O motor se mostra mais silencioso e impressiona ao conseguir manter a 60 km/h baixa rotação – ou seja, extremamente econômico. Seu desenvolvimento supera o que se esperaria de um motor três cilindros, e quem vos conta é fã de motores potentes. Mostra boa arrancada para ultrapassar e assim como a versão Titanium ótima dirigibilidade e estabilidade nas curvas, o que o torna perfeito para cidades.
Com tantos itens para garantir a segurança em todas as versões, como controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, 7 airbags, e assistência de emergência, ele conta cinco cores para escolher e o característico pneu na traseira. Boa notícia que seu desembarque acontece primeiro no Brasil. Em breve, a versão 4×4 também chega ao país.

Rebeca Martinez

Desde pequena mostrava opinião e gênio fortes. Nem sempre aquilo que interessava aos outros lhe chamava a atenção. Aproveita todo momento para conhecer um lugar novo, seja uma cidade, restaurante ou um automóvel. Para ela, buscar algo diferente traz sempre emoção.

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